XVIII ERIAC
19 a 23 de Maio de 2019
Foz do Iguaçu | PR | Brasil

Temas Preferenciais

Comitê A1 – Máquinas Elétricas Rotativas

  1. 1. Motores de alto rendimento.
  2. 2. Novas tecnologias para mitigação de impacto ambiental.
  3. 3. Vida útil ou envelhecimento dos equipamentos: fadiga, cavitação, vibração e isolação elétrica.
  4. 4. Estudo das perturbações no sistema de transmissão que afetam os equipamentos de geração.
  5. 5. Monitoramento do estado dos equipamentos de geração: descargas parciais, vibrações, isolação elétrica.
  6. 6. Indicadores de sustentabilidade para a geração e transmissão de energia elétrica.
  7. 7. Novas tecnologias aplicadas a projetos e manutenção de máquinas elétricas rotativas.
  8. 8. Estudo de novos modelos de turbinas para casos gerais de reforma.
  9. 9. Perdas de estabilidade por injeção de potência.
  10. 10. Ensaios de curto-circuito e precisão de leitura de temperaturas.
  11. 11. Redução de custos de obras civis em função da redução dos rotores Kaplan.
  12. 12. Confiabilidade e vida útil dos subsistemas da central (motor de impulso, gerador, sistema de controle, etc.).
  13. 13. Impacto do modo de operação no envelhecimento das unidades geradoras e manutenção das mesmas.

Comitê A2 - Transformadores

  1. 1. Sistema de monitoramento: casos de sucesso de sistemas de monitoramento e análise de falhas.
  2. 2. Práticas inovadoras de manutenção que reduzem o tempo de desligamento.
  3. 3. Novos marcadores químicos de envelhecimento de celulose em equipamentos elétricos. Técnicas preditivas aplicadas a óleo vegetal.
  4. 4. Critérios de análise de medições de resposta em frequência, modelagem de alta frequência para transformadores de potência e reatores de derivação, incluindo comparação com medições. Análise de transitórios que reduzam a vida útil do transformador/ reator.
  5. 5. Experiência com montagem de transformadores na subestação (desmontagem / montagem, teste de comissionamento etc.).
  6. 6. Análise de falhas e investigação post mortem.
  7. 7. Experiência do usuário em extensão de vida útil e modelos econômicos de avaliação do investimento.

Comitê A3 - Equipamentos de alta tensão

  1. 1. Requisitos para equipamentos em redes em evolução.
  2. 2. Incorporação de inteligência em equipamentos de alta tensão (sistema de sincronismo para manobras controladas e monitoramento/diagnóstico de equipamentos).
  3. 3. Avaliação do envelhecimento de equipamentos e gerenciamento da vida útil remanescente.
  4. 4. Métodos mitigadores para superação de equipamentos de alta tensão.
  5. 5. Aplicação de transformadores de medição óticos e eletrônicos.
  6. 6. Análise de falhas em transformadores de instrumentos.


Comitê B1 - Cabos Isolados

  1. 1. Sistemas de aterramento e limitadores de sobretensão (análises de sobretensões, projetos, ensaio, operação e monitoramento).
  2. 2. Comportamento de cabos na presença de fogo.
  3. 3. Experiências em manutenção de cabos subterrâneos de Alta e Média tensão.
  4. 4. Ensaios e diagnósticos de cabos subterrâneos de Alta e Média tensão.

Comitê B2 – Linhas Aéreas

  1. 1. Uso de simulações computacionais no projeto eletromecânico de linhas de transmissão.
  2. 2. Uso de dados climatológicos para estudos de projeto e desempenho de linhas de transmissão.
  3. 3. Gestão dos Ativos e uso e ocupação de faixas de linhas de transmissão.
  4. 4. Estudos sobre o envelhecimento de ativos de linhas de transmissão.
  5. 5. Estudos de fundações não convencionais de linhas de transmissão.
  6. 6. Estudos sobre o monitoramento de ativos de linhas de transmissão.
  7. 7. Estudos e tecnologias para aumentar o desempenho, a confiabilidade e a capacidade de transmissão das linhas de transmissão.
  8. 8. Estudos sobre poluição de componentes de linhas de transmissão.
  9. 9. Técnicas autônomas para construção e manutenção de linhas de transmissão.
  10. 10. Aplicação de realidade virtual no projeto, operação e manutenção de linhas de transmissão.
  11. 11. Minimização dos impactos ambientais e sociais na expansão de linhas de transmissão.
  12. 12. Técnicas não convencionais na construção e manutenção de linhas de transmissão.
  13. 13. Uso, aplicação e avaliação de novos materiais em linhas de transmissão.
  14. 14. Aplicação de condutores não convencionais, vantagens e desvantagens.

Comitê B3 - Subestações

  1. 1. Novas configurações de subestações para maior confiabilidade e redução de custos.
  2. 2. Combinação de tecnologias GIS, GIL e cabos isolados como soluções de subestação.
  3. 3. Soluções de mitigação das subestações para atender aos novos requisitos de rede, incluindo o crescimento de recursos de energia renováveis.
  4. 4. Novas tendências e soluções para subestações modulares, pré-fabricadas e de montagem rápida.
  5. 5. Subestações móveis – considerações de especificação e projeto.
  6. 6. Teste de alta tensão no campo em subestações GIS, HIS, MTS após a instalação, ampliação, retrofit ou reparo.
  7. 7. Dimensionamento de barramento de subestações: requisitos elétricos, mecânicos e civil.
  8. 8. Desenvolvimento de projetos focando segurança, saúde e reciclagem - “Soluções amigas do meio ambiente - Ecodesign”.
  9. 9. Gestão de saúde, segurança e exigências ambientais para subestações, incluindo treinamento.
  10. 10. Segurança de subestações contra a invasão física e cibernética.

Comitê B4 – HVDC e eletrônica de potência

  1. 1. Novos projetos e planejamento de elos HVDC e controladores FACTS, incluindo aspectos ambientais, regulatórios e ensaios de equipamentos para verificação e desempenho.
  2. 2. Desenvolvimento tecnológico de FACTS e HVDC, incluindo as respectivas estações conversoras.
  3. 3. Modelagem, simulações e testes de equipamentos FACTS e enlaces de HVDC. Experiência operativa, desempenho e confiabilidade dos equipamentos existentes.
  4. 4. Novas aplicações de HVDC e FACTS, tais como rede em HVDC, sistemas multiterminais de HVDC, integração de fontes de energia renováveis que utilizam eletrônica de potência/ conversores VSC e melhoria no suprimento de energia elétrica com a utilização de eletrônica de potência.
  5. 5. Operação coordenada de sistemas FACTS eletricamente próximos; aplicação de dispositivos FACTS em lugares de baixo nível de curto-circuito; sistema HVDC multi-infeed; coordenação de HVDC multivendors e multiowners; modernização de HVDC e FACTS existentes.
  6. 6. Aplicações de HVDC em projetos de energia renovável (eólica, solar e outras).
Nota: O termo HVDC no presente contexto inclui os equipamentos baseados em tiristores (LCC – Line Commutated Converter) e em semicondutores com capacidade de corte de corrente (VSC – Voltage Sourced Converter). O termo FACTS, da mesma forma, inclui os equipamentos baseados em tiristores e VSC.

Comitê B5 – Proteções e Automação

  1. 1. Algoritmos, ensaios, modelos, simulações, funções e aplicações avançadas para sistemas de proteção, automação e controle.
  2. 2. Ajustes, coordenação e ferramentas computacionais para sistemas de proteção.
  3. 3. Monitoração, proteção e controle para grandes sistemas de potência (WAMPACS), incluindo o impacto de FACTS, HDVC na proteção de sistemas CA.
  4. 4. Impacto da integração de fontes de energia distribuídas (eólica, solar e veicular) e de sistemas de armazenamento de energia nos sistemas de proteção, controle e automação.
  5. 5. Proteção, automação e controle para redes inteligentes (Smart Grids) no nível de distribuição (cargas residenciais e comerciais).
  6. 6. Análise de perturbações: estudo de casos, lições aprendidas, análise automática de faltas e ferramentas de análise.
  7. 7. Aplicações e resultados da tecnologia de sincrofasores.
  8. 8. Automação e digitalização de usinas, subestações, redes de distribuição e instalações de grandes consumidores. Experiências de aplicações e benefícios alcançados.
  9. 9. Aplicações da norma IEC 61850, requisitos e ferramentas de projeto, arquiteturas, manutenção e experiências incluindo utilização de barramentos de processo e transformadores de instrumento não convencionais.
  10. 10. Automação da medição: estratégias, critérios e padrões na medição operacional e de faturamento; implantação de sistemas e centros de medição.
  11. 11. Gerenciamento do ciclo de vida dos ativos de proteção, automação e controle, incluindo fases de teste, implantação, expansões, manutenção e retrofit.
  12. 12. Gestão do desempenho de sistemas de proteção e automação e ações visando maior confiabilidade e disponibilidade dos ativos monitorados.
  13. 13. Comunicação de dados e segurança cibernética em sistemas de proteção, automação e controle.
  14. 14. Desafios no treinamento e capacitação dos profissionais e gestores da área de proteção, controle e automação.


Comitê C1 – Desenvolvimento de sistemas elétricos e economia

  1. 1. Experiências de integração de fontes renováveis.
  2. 2. Uso de novas tecnologias no planejamento de sistemas.
  3. 3. Planejamento de sistemas de transmissão em grandes distâncias.
  4. 4. Análise de factibilidade técnica e econômica de interligações internacionais.
  5. 5. Mitigação das correntes de curto-circuito em instalações de HV.
  6. 6. Redes inteligentes – iniciativas em instalações de HV.
  7. 7. Impactos em estabilidade de tensão e frequência de energias renováveis.
  8. 8. A expansão do sistema de transmissão em regiões de alta densidade populacional.
  9. 9. O planejamento integrado da expansão: transmissão e distribuição.
  10. 10. Gestão de ativos no final da vida útil, econômica ou regulatória.

Comitê C2 – Operação e controle de sistemas

  1. 1. Aumento da capacidade de transmissão com troncos existentes.
  2. 2. Operação do sistema com aumento da inserção de energia renovável.
  3. 3. Desafios para empresas de distribuição perante a alta participação de geração distribuída.
  4. 4. Experiências de utilização de PMU em sistema de potência (WAMS).
  5. 5. Viabilidade de aplicação de automatismo na operação em tempo real.
  6. 6. Melhoria da consciência situacional em centros de controles (multidisciplinar).
  7. 7. Treinamento das equipes de operação em tempo real diante de novas tecnologias e necessidades: uso de simuladores e treinamentos envolvendo múltiplos agentes.

Comitê C3 – Desempenho ambiental de sistemas

  1. 1. Comunicação e participação com a sociedade desde o planejamento de projetos e melhores práticas para aceitação pública de subestações e linhas.
  2. 2. Avaliação econômica de impactos sociais e ambientais; análise de risco socioeconômico e ambiental.
  3. 3. Avaliação do impacto ambiental e socioeconômico do planejamento à operação de sistemas elétricos, incluindo instalações de geração renovável. Uso de indicadores.
  4. 4. Impactos ambientais e sociais na avaliação do fornecimento de energia elétrica em áreas isoladas.
  5. 5. Indicadores de sustentabilidade para geração e transmissão de energia elétrica.
  6. 6. Gestão responsável de aspectos relacionados aos campos elétrico e magnético.
  7. 7. Gestão de conflitos institucionais, legais, sociais, técnicos, etc. no projeto, instalação e operação de instalações.
  8. 8. Gestão de passivos ambientais nas empresas do setor elétrico.
  9. 9. Mudança climática, sua influência no projeto, operação e manutenção dos sistemas.

Comitê C4 – Desempenho de sistemas elétricos

  1. 1. Impacto do aumento do uso de dispositivos não lineares na qualidade da energia em redes de distribuição.
  2. 2. Técnicas e procedimentos para simulação e medição de qualidade de energia.
  3. 3. Impacto da integração de fontes de energia renovável conectadas através de inversores e instalações não lineares (HVDC, SVC, etc.) na qualidade do sistema; Tratamento dos requisitos relativos à qualidade, como o dimensionamento de filtros. Estudo de casos.
  4. 4. Sistemas de monitoramento da qualidade de energia.
  5. 5. Análise de causas e efeitos de sobretensões temporárias e transitórias em sistemas elétricos de potência. Métodos de controle de sobretensões. Impacto no desempenho dos equipamentos de instalações. Métodos para a avaliação destes impactos.
  6. 6. Estudos e investigações do impacto das descargas atmosféricas no desempenho do sistema. Desenvolvimento de modelos e metodologias para a análise do desempenho de linhas e subestações frente a descargas diretas e indiretas. Comparação de desempenho real e da simulação, estudos de casos.
  7. 7. Implementação e estudo de sistemas de monitoramento em tempo real de descargas atmosféricas em redes elétricas.
  8. 8. Melhoria de modelos e ferramentas para simulação de sistemas elétricos de potência em estudos de regime permanente, dinâmico e transitório, com ênfase em fontes renováveis de energia, particularmente eólica e fotovoltaica.
  9. 9. Desenvolvimento de modelos equivalentes do sistema para estudos dinâmicos e transitórios, com inserção de geração eólica, fotovoltaica e HVDC.
  10. 10. Experiências com o uso de simuladores em tempo real.
  11. 11. Modelagem de cargas lineares e não lineares. Estudos de casos.

Comitê C5 – Mercados de eletricidade e regulação

  1. 1. Evolução da formação do preço do mercado de curto prazo.
  2. 2. Abertura do mercado de energia.
  3. 3. Segurança financeira e gestão de risco do mercado de energia elétrica.
  4. 4. Segurança e financiabilidade da expansão.
  5. 5. Aprimoramento das tarifas de energia.
  6. 6. Atributos das fontes de energia e mecanismos de incentivo de fontes renováveis – competitividade, sustentabilidade e mitigação de emissões.
  7. 7. Ampliação da integração comercial dos mercados na América.
  8. 8. Aspectos comerciais e regulatórios da ampliação da flexibilidade operativa e de recursos distribuídos (geração distribuída, resposta da demanda e armazenamento).
  9. 9. Gestão da operação e comercialização com aumento das fontes intermitentes.

Comitê C6 – Sistema de distribuição e geração distribuída

  1. 1. Aplicações de armazenamento de energia em redes de distribuição.
  2. 2. Avaliação, capacidade de alocação e previsão de geração distribuída, considerando casos reais de aplicação em redes de distribuição e sistemas isolados (eletrificação rural).
  3. 3. Gestão operativa de redes elétricas inteligentes, incluindo microrredes.
  4. 4. Normas e regulação da geração distribuída e esquemas de gestão pela demanda, incluindo casos de aplicações reais.
  5. 5. Tecnologias emergentes em redes elétricas inteligentes (Smart Grid).


Comitê D1 – Materiais e tecnologias emergentes

  1. 1. Desenvolvimento de metodologias, ensaios e calibração para testes de ultra-alta tensão.
  2. 2. Técnicas não invasivas de diagnósticos e desempenho de materiais.
  3. 3. Novos ensaios e/ou atualização de metodologias.
  4. 4. Validação de desempenho em laboratório de novos materiais dielétricos.
  5. 5. Introdução, impacto e validação de novos materiais dielétricos no sistema.

Comitê D2 – Sistemas de Informação e Telecomunicação para sistemas elétricos

  1. 1. Migração tecnológica de redes ópticas TDM para Redes de Pacotes.
  2. 2. Cibersegurança aplicada a sistemas de aquisição, supervisão e controle de sistemas de potência.
  3. 3. Comunicações e aplicações para smartgrids.
  4. 4. Sistemas de TI para apoio a operação e manutenção de sistemas elétricos.
  5. 5. Sincronização unificada para redes de TO (tecnologia de operações) e TI (tecnologia de informação).
  6. 6. Redes de Telecomunicações para PMUs.

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