XVIII ERIAC
19 a 23 de Maio de 2019
Foz do Iguaçu | PR | Brasil

Apresentação

O “Encontro Regional Ibero-americano do Cigré”, abreviadamente denominado “ERIAC”, é o Seminário internacional do Cigré mais importante da “Região Ibero-americana do Cigré” (“RIAC”).

Desde o ano de 1987, é realizado a cada dois anos na tríplice fronteira, nascido no ano de 1986 como “Encontro Regional Latino-americano do Cigré” (“ERLAC”).

Este lugar, que é especialmente atrativo por suas belezas naturais, facilita a participação de profissionais dos três países fronteiriços da área – Brasil, Argentina e Paraguai –, que alternadamente sediam, nessa ordem, a organização do evento.

Cabe nesta oportunidade ao Comitê Brasileiro do Cigré organizar a décima oitava edição, o XVIII ERIAC.

No ano 2000, durante a Bienal do Cigré em Paris, realizou-se a primeira reunião programada de representantes dos Comitês Nacionais Ibero-americanos do Cigré, cuja ação conjunta concluiu, durante o X ERLAC, na Argentina, em 19 de maio de 2003, com a proposta ao Cigré da criação da Região Ibero-americana do Cigré (RIAC), que foi aprovada em 28/8/2004. De modo que, desde o XI Encontro, realizado em maio de 2005 no Paraguai, o evento deixou de ser latino-americano para converter-se em ibero-americano: ERIAC em vez de ERLAC. Até o presente, transcorreram dez ERLAC e sete ERIAC.

Quem já teve a oportunidade de presenciar alguma das famosas e tradicionais Sessões Bienais do Cigré em Paris observará que o ERIAC é a Bienal da RIAC, que se realiza em um lugar paradisíaco, com a apresentação e discussão de trabalhos técnicos, mais uma exposição técnica comercial. A qualidade técnica das atividades do Cigré, somada ao espírito de camaradagem e amizade sempre presente nas reuniões, se acentuam no ERIAC, graças ao calor humano próprio dos ibero-americanos e da empatia de seus laços culturais.

Com o XVIII ERIAC, a Região Ibero-americana do Cigré (RIAC) tem por objetivo continuar consolidando as inovações que vem implantando com êxito desde o XVI ERIAC, que fazem com que o evento tenha cada vez mais qualidade. Para isso, participam ativamente da organização do ERIAC, além da Argentina, Brasil e Paraguai, os seis outros Comitês Nacionais Ibero-americanos do Cigré: Andino (Bolívia, Equador e Peru), Colômbia, Chile, Espanha, México e Portugal.


Temas Preferenciais

Comitê A1
Máquinas Elétricas Rotativas

Comitê A1 - Máquinas Elétricas Rotativas

  1. 1. Motores de alto rendimento.
  2. 2. Novas tecnologias para mitigação de impacto ambiental.
  3. 3. Vida útil ou envelhecimento dos equipamentos: fadiga, cavitação, vibração e isolação elétrica.
  4. 4. Estudo das perturbações no sistema de transmissão que afetam os equipamentos de geração.
  5. 5. Monitoramento do estado dos equipamentos de geração: descargas parciais, vibrações, isolação elétrica.
  6. 6. Indicadores de sustentabilidade para a geração e transmissão de energia elétrica.
  7. 7. Novas tecnologias aplicadas a projetos e manutenção de máquinas elétricas rotativas.
  8. 8. Estudo de novos modelos de turbinas para casos gerais de reforma.
  9. 9. Perdas de estabilidade por injeção de potência.
  10. 10. Ensaios de curto-circuito e precisão de leitura de temperaturas.
  11. 11. Redução de custos de obras civis em função da redução dos rotores Kaplan.
  12. 12. Confiabilidade e vida útil dos subsistemas da central (motor de impulso, gerador, sistema de controle, etc.).
  13. 13. Impacto do modo de operação no envelhecimento das unidades geradoras e manutenção das mesmas.

Comitê A3
Equipamentos de alta tensão

Comitê A3 - Equipamentos de alta tensão

  1. 1. Requisitos para equipamentos em redes em evolução.
  2. 2. Incorporação de inteligência em equipamentos de alta tensão (sistema de sincronismo para manobras controladas e monitoramento/diagnóstico de equipamentos).
  3. 3. Avaliação do envelhecimento de equipamentos e gerenciamento da vida útil remanescente.
  4. 4. Métodos mitigadores para superação de equipamentos de alta tensão.
  5. 5. Aplicação de transformadores de medição óticos e eletrônicos.
  6. 6. Análise de falhas em transformadores de instrumentos.

Comitê A2
Transformadores

Comitê A2 - Transformadores

  1. 1. Sistema de monitoramento: casos de sucesso de sistemas de monitoramento e análise de falhas.
  2. 2. Práticas inovadoras de manutenção que reduzem o tempo de desligamento.
  3. 3. Novos marcadores químicos de envelhecimento de celulose em equipamentos elétricos. Técnicas preditivas aplicadas a óleo vegetal.
  4. 4. Critérios de análise de medições de resposta em frequência, modelagem de alta frequência para transformadores de potência e reatores de derivação, incluindo comparação com medições. Análise de transitórios que reduzam a vida útil do transformador/ reator.
  5. 5. Experiência com montagem de transformadores na subestação (desmontagem / montagem, teste de comissionamento etc.).
  6. 6. Análise de falhas e investigação post mortem.
  7. 7. Experiência do usuário em extensão de vida útil e modelos econômicos de avaliação do investimento.

Comitê B1
Cabos Isolados

Comitê B1 - Cabos Isolados

  1. 1. Sistemas de aterramento e limitadores de sobretensão (análises de sobretensões, projetos, ensaio, operação e monitoramento).
  2. 2. Comportamento de cabos na presença de fogo.
  3. 3. Experiências em manutenção de cabos subterrâneos de Alta e Média tensão.
  4. 4. Ensaios e diagnósticos de cabos subterrâneos de Alta e Média tensão.

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